Brejo Santo registra morte por calazar no primeiro semestre do ano

PUBLICIDADE
15 ago 2016
Outros sete casos foram registrados no Estado, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do Ceará.

Outros sete casos foram registrados no Estado, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do Ceará.

Brejo Santo é uma das cidades do Ceará que registrou morte por leishmaniose visceral, também conhecida como calazar, no período de janeiro a julho deste ano. Outros sete casos foram registrados no Estado, de acordo com informações da Secretaria de Saúde do Ceará. Além da cidade caririense, foram dois óbitos em Fortaleza, um em Caucaia, um em Barbalha, um em Choró, um em Independência e um em Umirim.

 

Segundo o Diário do Nordeste, nos 7 primeiros meses do ano, foram registrados 143 casos no Estado, o que corresponde a uma média de 20,4 casos e a 1,1 óbito a cada mês. Ainda que a média de vítimas fatais tenha caído quase pela metade em relação ao ano passado, quando foram registrados 25 mortes (2,03 por mês), a média de registro da doença quase duplicou neste ano – foram registrados 137 casos em 2015, com média de 11,41 casos por mês.

 

Endêmica no Brasil, a doença é transmitida tanto a animais como aos seres humanos pela picada do inseto Flebotomíneo Lutzomyia longipalpis, também conhecido como mosquito-palha. Esses insetos são pequenos e possuem o corpo revestido por pêlos de coloração clara, são facilmente reconhecíveis pelo hábito de voar em pequenos saltos e pousar com as asas entreabertas.

 

O calazar é transmitido ao homem através da picada do inseto que foi contaminado pela doença ao picar cães, animais silvestres e roedores infectados. A doença é de alta letalidade e tem os cães como seu principal reservatório – a doença pode matar o animal e colocar em risco a vida das pessoas que convivem com ele. A incubação no ser humano varia de dois a seis meses.

 

Fonte: Okariri.com

Comentários