Câmara municipal realiza sessão ordinária com direito a embates entre vereadores

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20 mar 2017

Com ausência de quatro, dos onze vereadores, a Câmara Municipal de Aurora voltou a se reunir em sessão ordinária neste sábado (18). Não estiveram na sessão os vereadores: Olavo Batista (PMDB), Tânia Macedo (PTB), Sílvio (PSD) e Dr. Valmir (PSD).

 

Não estiveram na sessão os vereadores: Olavo Batista (PMDB), Tânia Macedo (PTB), Sílvio (PSD) e Dr. Valmir (PSD). FOTO: AQUICONECTADOS

 

Logo nos instantes iniciais da sessão, o presidente da Casa, o vereador Aderlânio Macedo (PMDB) passou a palavra ao Defensor Público, Célio José Saraiva, que atendendo a um convite do vereador Osasco Gonçalves (PSL) foi à casa prestar esclarecimentos acerca de uma ação Civil Pública movida por ele, através da defensoria, onde foi requerido junto ao estado a construção da adutora, partindo do açude Cachoeira até o ponto de captação da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece).

 

Segundo Dr. Célio, a ideia surgiu após provocação da Câmara Municipal, ainda em 2008 quando foi realizada uma audiência Pública que discutiu a qualidade da água servida à população e depois que a vereadora Iracilda apresentou requerimento solicitando providências quanto à construção da adutora.

 

Dr. Célio citou também um abaixo-assinado com mais de mil assinaturas como peça no processo encaminhado à defensora geral do estado a fim de sensibilizá-la, visando tal conquista.

 

O defensor público lembrou que a ação movida foi direcionada na época ao estado, ao município de Aurora, à Cagece e à Cogerh. Por fim, Dr. Célio Saraiva concluiu que no final das contas o Juiz Dr. João Pimentel Brito, deferiu limites, obrigando o Governo do Estado aconstruir a adutora, o que terminou sendo atendido.

 

OPINIÃO DO PORTAL: Moral da história, o estado não construiu a adutora de livre e espontânea vontade e sim foi obrigado pela justiça.

 

Sobre o referido assunto, houve embate entre os vereadores Brasa e Oassco, com direito a réplica e tréplica. Enquanto Osasco defendeu que o Governo do Estado só realizou a obra porque foi obrigado pela justiça, Brasa destacou que o governador foi solícito a várias cobranças feitas por ele.

 

Enquanto isso, o vereador Budú(PDT) afirmouque tal condutado estado representa uma tremenda falta de respeito e que talvez até os vereadores tenham sido enganados pelo governo, que em momento algum trouxe a verdade dos fatos à tona, querendo transparecer que a obra estaria feita simplesmente por entender que havia a necessidade.

 

O vereador Osasco Gonçalves (PSL) destacou que o grito popular foi ouvido e que infelizmente pessoas se aproveitaram para se promoverem em cima da obra.

 

A vereadora Iracilda (PT do B) enalteceu o trabalho da Defensoria Pública e da justiça e destacou que mais importante que qualquer polêmica, é que a obra encontra-se feita para o bem da população.

 

O presidente da Casa, Aderlânio Macedo enfatizou que o mais importante de tudo é que a obra foi concluída e encerrou o assunto.

 

Após as discursões, foi a vez de um projeto do Executivo dar entrada na casa, aliás, um importante projeto, que trata de reajuste salarial à professores da rede municipal de ensino. O projeto foi acolhido pelo presidente da casa, Aderlânio Macedo (PMDB) e encaminhado às comissões para análises.

 

O executivo municipal concede reajuste de 7,64% sobre o salário base dos professores da educação básica I (PEB I) e 6,29% sobre o salário base dos professores da educação básica II e III (PEB II e PEB III), ambos os reajustes com data base retroativos a 01 de janeiro de 2017.

 

Por fim, Aderlânio, Osasco, Iracilda e Budú, se reportaram sobre a presença doquarteto em Brasília, onde estiveram participando de um curso de formação e capacitação promovido pela Associação Brasileira de Câmaras Municipais (ABRACAM). Para todos eles, foi um momento rico em conhecimento e que servirá para o pleno exercício do trabalho legislativo. Iracilda destacou inclusive, que em cinco legislaturas foi a primeira vez que teve a oportunidade de ir à Brasília, reconhecendo o modelo participativo de administrar do presidente da Casa, o vereador Aderlânio Macedo.

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