EXCLUSIVO: Ex-ministro de Lula e atual senador, José Pimentel diz que só Deus tira a candidatura de Lula e estranha aproximação entre Camilo e Eunício; ÁUDIO

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9 out 2017

FOTO: RENATO BRITO

O Senador cearense e ex-ministro da Previdência Social do governo Lula, José Pimentel (PT) falou com exclusividade ao Portal Aquiconectados e deu declarações importantes quanto ao cenário político estadual e da sucessão ao planalto em 2018.

 

Meio a várias declarações, o senador afirmou, ao ser perguntado se disputará a reeleição ao senado, que primeiramente, seu compromisso será ajudar a eleger o ex-presidente Lula, mas que a tendência é que dispute a reeleição para mais um mandato no Senado Federal. (confira no áudio abaixo)

 

 

Ao ser indagado pela reportagem, se o Partido dos Trabalhadores (PT) possui um ‘Plano B’ para a disputa ao planalto, caso Lula venha a ser impedido pela justiça de concorrer ao pleito, o ex-ministro de Lula foi categórico ao dizer “Só Deus tira a candidatura de Lula”. (confira no áudio abaixo)

 

 

Perguntado sobre a possível reaproximação de Camilo Santana e Eunício Oliveira, José Pimentel disse que na política se conversa muito, mas que estranha muito que quem fez um embate político tão duro em 2014 agora esteja procurando se aproximar e isso a sociedade cearense não compreende e o povo não aceita. Disse ele. (confira no áudio abaixo)

 

Sobre a atual crise, o senador disse que a crise é mais política que financeira e que os efeitos começaram a ser sentidos após o que ele chama de golpe, quando a presidente Dilma teve seu mandato cassado e Michel Temer assumiu a presidência.

 

O ex-ministro da previdência Social disse à reportagem que o atual Sistema Previdenciário Brasileiro não precisa de mudanças profundas. Ele afirmou ainda que se aprovada, a Reforma da Previdência irá atrasar as aposentadorias de trabalhadores como o homem do campo, professores, etc, exigindo inclusive uma contribuição previdenciária, impossível de ser paga por muitos. (confira no áudio abaixo)

 

 

Ao ser perguntado se a Previdência Social está falida, como prega o Governo Federal, o senador disse esta informação não procede. “É uma inverdade. A Previdência foi financeiramente equilibrada entre 2009 e 2015. O que era isso? O que a gente [Previdência] arrecadava, paga-se todos os benefícios e ainda sobrava em torno de 30 bilhões de reais por ano. O que ocorreu com a Previdência para dar prejuízo agora? Em maio de 2016, terminado o [golpe], o primeiro ato deste presidente ilegítimo foi extinguir o Ministério da Previdência Social e o cofre da Previdência foi levado para o Ministério da Fazenda, já as atividades do INSS foram transferidas para o Ministério do Desenvolvimento Social, misturaram os dinheiros do Ministério da Previdência e passaram a dar prejuízo para justificar a sua privatização e tudo isso fizeram com que em 2016 fosse provocado um rombo de 46 bilhões de reais”, disse ele. (confira no áudio abaixo)

 

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