Expectativa de vida do cearense chega a 73,6 anos, quase três a mais que há uma década

PUBLICIDADE
1 dez 2016
Os dados do Ceará indicam um aumento de dois meses e 24 dias em relação a 2014 e de 2,8 anos nos últimos dez anos ( Foto: Kid Junior )

Os dados do Ceará indicam um aumento de dois meses e 24 dias em relação a 2014 e de 2,8 anos nos últimos dez anos ( Foto: Kid Junior )

A expectativa de vida do cearense chegou a 73,6 anos em 2015, aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em estudo divulgado nesta quarta-feira (1º). O Estado ocupa da 14ª posição no ranking brasileiro, abaixo da média do País, que chegou a 75,5 anos.

 

Os dados do Ceará indicam um aumento de dois meses e 24 dias em relação a 2014 e de 2,8 anos nos últimos dez anos. O número atual é o segundo melhor do Nordeste, atrás apenas do Rio Grande do Norte, com 75,5, a mesma do Brasil.

 

Santa Catarina, com esperança de vida em 78,7 anos é o primeiro. Logo em seguida, Espírito Santo, Distrito Federal, São Paulo,Rio Grande do Sul e Minas Gerais com valores acima de 77 anos. O Maranhão ocupa a última posição, com 70,3 anos, é o último. No Nordeste, o Piauí lidera, com expectativa de 75,5 anos.

 

Ainda de acordo com o IBGE, a taxa de mortalidade infantil entre mil nascidos vivos também melhorou. O Brasil a taxa que era 17,2, em 2010, caiu para 13,8 no ano passado. O Ceará registra taxa de 15,07 pelo mesmo grupo de nascidos vivos. É o 17º no país e o 6º no Nordeste.

 

O Instituto informa que para a população masculina no Brasil o aumento foi de três meses e 22 dias passando de 71,6 anos para 71,9 anos, em 2015. Já para as mulheres o ganho foi um pouco menor, em 2014 a expectativa de vida ao nascer era de 78,8 anos se elevando para 79,1 anos em 2015 (três meses e 4 dias maior).

 

Sobre a mortalidade, a probabilidade de um recém-nascido do sexo masculino não completar o primeiro ano de vida foi de 0,01493, isto é, para cada 1000 nascidos aproximadamente 14,9 deles não completariam o primeiro ano de vida. Para o sexo feminino este valor seria 0,01265 (12,7 meninas em mil nascidas vivas não completariam um ano de vida), uma diferença entre os sexos de 2,2 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada mil nascidos vivos.

 

Fonte: Diário do Nordeste

Comentários