Moradores interditam estrada e impedem passagem de veículos envolvidos na execução das obras da Transnordestina, em Aurora

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31 ago 2015

Da Redação – Cerca de mais de 80 moradores realizaram na manhã desta segunda-feira (31/08) uma manifestação pacífica, com o objetivo de impedir a passagem de todos os veículos envolvidos na execução das obras da Ferrovia Transnordestina, no trecho de Aurora, a manifestação aconteceu a altura do sítio Crioulas, a 5 quilômetros da sede.

 

Os manifestantes fecharam a via por volta das 08h, em frente a Escola José Batista Lima e passaram a impedir a passagem dos veículos. Ao longo da paralisação, mais de 100 veículos, entre ônibus, caminhões pipas, cargueiros, caçambas e carros de menor porte se enfileiraram ao longo da estrada carroçável. FOTO: RENATO BRITO

Os manifestantes fecharam a via por volta das 08h, em frente a Escola José Batista Lima e passaram a impedir a passagem dos veículos. Ao longo da paralisação, mais de 100 veículos, entre ônibus, caminhões pipas, cargueiros, caçambas e carros de menor porte se enfileiraram ao longo da estrada carroçável. FOTO: RENATO BRITO

 

Os manifestantes fecharam a via por volta das 08h, em frente a Escola José Batista Lima e passaram a impedir a passagem dos veículos. Ao longo da paralisação, mais de 100 veículos, entre ônibus, caminhões pipas, cargueiros, caçambas e carros de menor porte se enfileiraram ao longo da estrada carroçável. Reflexos da manifestação eram sentidos a um quilômetro do centro do movimento.

 

Após duas horas e meia de manifestação, o encarregado geral da obra, Washington Façanha conversou com os moradores e em conjunto entendimento assegurou à população que dois caminhões pipas, a partir de hoje serão destinados ao aguamento contínuo da estrada, em frente às residências. FOTO: rENATO bRITO

Após duas horas e meia de manifestação, o encarregado geral da obra, Washington Façanha conversou com os moradores e em conjunto entendimento assegurou à população que dois caminhões pipas, a partir de hoje serão destinados ao aguamento contínuo da estrada, em frente às residências. FOTO: rENATO bRITO

 

Em momento algum ouve queima de pneus, apenas motocicletas e os próprios moradores impediam a passagem dos carros. Veículos de particulares, de equipes de saúde da família ou que transportavam doentes, aos poucos foram liberados. Moradores dos sítios Crioulas, Caiçara e Santa Cruz participaram do protesto.

 

Segundo os organizadores, as principais reivindicações da população são para que a Marquise, construtora responsável pela execução das obras da Transnordestina tenha mais respeito aos moradores e minimize os transtornos causados, como a imensa poeira gerada e veículos que transitam em alta velocidade, pondo em risco a vida de crianças, adultos e idosos, residentes às margens da via.

 

Moradores presentes à manifestação relataram que em consequência da poeira, já são inúmeros casos de pessoas, principalmente crianças com problemas respiratórios.

 

Os moradores queriam um documento assinado, assegurando o prometido, no entanto, o acordo foi apenas apalavrado. Caso o acordo não seja cumprido, uma nova interdição deve ocorrer ainda esta semana; segundo os moradores.

 

Após duas horas e meia de manifestação, o encarregado geral da obra, Washington Façanha conversou com os moradores e em conjunto entendimento assegurou à população que dois caminhões pipas, a partir de hoje serão destinados ao aguamento contínuo da estrada, em frente às residências. Populares requisitaram o aguamento três vezes ao dia, ou seja, pela manhã, meio dia e a noite.

 

Às 10:30h a via foi liberada e o trânsito passou a fluir normalmente.

 

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