Preço do feijão dispara e preocupa o consumidor

Preço do feijão dispara e preocupa o consumidor

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21 jun 2016
Nos supermercados o preço do pacote de feijão chega a custar R$ 11 reais (Foto: Serena Morais/Jornal do Cariri)

Nos supermercados o preço do pacote de feijão chega a custar R$ 11 reais (Foto: Serena Morais/Jornal do Cariri)

Pressionado por problemas climáticos, o preço de um dos itens básicos da mesa do brasileiro, o feijão, disparou e tem assustado os consumidores. O feijão carioquinha passou a ser o novo vilão da cesta básica. Nos supermercados, o pacote com um quilo do produto está custando em média R$11. O aumento no preço do item foi superior a inflação chegando a 41,62%, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

 

Feirante há 15 anos no mercado do Pirajá, em Juazeiro do Norte, seu José Francisco diz que nunca viu o preço do feijão aumentar tanto como nos últimos meses. “Além de ser difícil a gente encontrar um produto de qualidade, a saca do feijão tem apresentado um valor bem salgado e a gente tá sendo obrigado a repassar esse aumento para a clientela. Os valores do produto vendidos a granel estão variando entre R$5 e R$10 o quilo, a depender do tipo. O carioquinha é o mais caro”, afirma José Francisco.

 

Nos supermercados o pacote do feijão-carioca custa em média R$11. Dona Maria do Carmo tomou um susto quando se deparou com o preço do produto. “Lá em casa o feijão é um item indispensável, mas com esse valor teremos que racionar o consumo. O carioquinha que é o meu preferido está custando mais de R$10. O jeito é variar com outros tipos de feijão como o preto ou de corda que tem o preço mais acessível”, explica a dona de casa.

 

Buscando economizar a professora Maria de Lourdes além de comprar o item a granel tem procurado outros grãos para substituir o feijão. “Desde que o preço do feijão começou a subir eu deixei de comprar o produto empacotado e passei a comprar a granel. Consigo uma economia de aproximadamente R$2 em cada quilo de feijão. Também estou levando para casa a lentilha e o grão-de-bico. A gente aproveita a crise para variar o cardápio”, conta a professora.

 

Fonte: Jornal do Cariri

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