Vacinação do rebanho contra a aftosa tem que ser declarada até dia 15

Vacinação do rebanho contra a aftosa tem que ser declarada até dia 15

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2 jun 2016
Em muitos casos, a imunização é assistida por técnicos. O alerta é para que os produtores vacinem e declarem para não sofrer multa ( FOTO: NATINHO RODRIGUES )

Em muitos casos, a imunização é assistida por técnicos. O alerta é para que os produtores vacinem e declarem para não sofrer multa ( FOTO: NATINHO RODRIGUES )

Com o término da primeira etapa da campanha estadual de vacinação contra a febre aftosa, os criadores têm até o próximo dia 15 para declarar, nos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária (Adagri) ou da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ematerce) a imunização do rebanho. A meta de cobertura é de 95%.

 

Quem ainda não adquiriu doses da vacina agora somente com autorização da Adagri pode comprar o produto nas casas veterinárias. Em muitos casos, a imunização é assistida por técnicos. “Não haverá prorrogação e os produtores devem vacinar e declarar para não sofrerem multa”, disse o coordenador do Programa Estadual de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, Joaquim Sampaio Barros.

 

Joaquim Sampaio acredita que, até o próximo dia 15, o Ceará mais uma vez vai alcançar a meta definida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “Estamos confiantes porque muitos deixaram para vacinar nos últimos dias e agora que estão fazendo a devida declaração”, disse.

 

A região de Iguatu ainda apresenta números baixos, apenas 56%, segundo dado parcial de ontem. “Somente nesta manhã atendi mais de dez criadores que vieram fazer a declaração da vacinação, pois queriam adquirir o milho do programa Venda Balcão da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento)”, frisou o veterinário da Ematerce, Mauro Nogueira. “Vamos chegar lá”, disse.
Uruburetama e Pacoti vacinaram 100% do rebanho. Em Quixeramobim, onde se encontra o maior rebanho do Estado, a taxa parcial era de 70%, no último dia da campanha. A região do Cariri sobressaia-se com 73% e do Sertão Central com 62%. “São números parciais e tendem a aumentar”, afirmou.

 

Fonte: DIÁRIO DO NORDESTE

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